sábado, 15 de setembro de 2012

Foi em agosto, um dia

 
 
Foi em agosto, um dia há beira mar
Igual a tantos outros, sucedendo no areal dourado
Rodopiado por gaivotas brancas cinza...
Confundidas  com o ondular do oceano
Aquele imenso Oceano que te fez esculpir na areia...
Dourada de conchas partidas...
Pelo sofrimento dos dias que passam...
Passam num vai e vem de noites e dias
Com a esperança de um amanhecer...
Para te adorar, para te suplicar, para te querer...
Querer muito um encontro eterno...
Sobre a praia, sobre o mar, sob as gaivotas...
Apenas contigo Mar mensageiro divino
De uma esperança renascida em cada instante
Esperança sofrida, amada, querida,
Muito Querida por quem sonha imaginar
Aquele momento de lágrimas, sorrisos, abraços...
Uma emoção aterradora de sincera,
Sincera de verdadeira...
Verdadeira de ser sentida em cada momento
Que se vive, que vivemos, que queremos viver...
Sentindo ao teu lado como se cada instante fosse único...

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