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segunda-feira, 22 de outubro de 2012
TALVEZ UM DIA..

TALVEZ UM DIA..
eu te encontre frente a frente
e te diga tudo o que me vai na alma!!!
Talvez um dia...
eu possa ver o teu lindo sorriso
mesmo ali a frente dos meus olhos!
Talvez um dia...
os nossos olhos falem por si,
e os nossos sorrisos se encontrem!!
Talvez um dia...
eu possa te mostrar todo o carinho
e ternura que eu sempre senti por ti !!!
Talvez um dia...
a incerta palavra TALVEZ
passe a ser uma palavra certa...CERTEZA!!!
Talvez um dia...
as duvidas de hoje e de agora
passem a ser meras recordações!!
Talvez um dia...
o nosso fantastico sonho de hoje,
passe a ser uma maravilhosa e doce realidade!
vc

Talvez por um sorriso.
Talvez tenha sido aquelas palavras,
ou aquele instante contido.
Talvez um dia juntos estaremos,
ou talvez tudo seja esquecido.
Talvez possam existir outros momentos,
e aí quem sabe,
nem tudo estará perdido...
jardim de diamantes

Os rios abriram túneis em montanhas
Cristalizados pelas águas límpidas…
Garimpei desenterrando das entranhas
De lamacentas terras, pedras auríferas
Explorei na preciosidade diamantada
Alagamentos de suores lavrados…
Extraí da mais bela pedra abrilhantada
Cintilantes diamantes desejados
Ergui para os céus uma luzente safira
Num sumptuoso rio, inundado de orgulho…
Melodiosas lágrimas escorriam alegria
No leito de um berço pérola futuro
Outra jóia surgiu no mundo das colinas
O estrondear dos tesouros que colhi…
Inebriante pedra polida em rimas
Aclamei a meus braços um rubi
Lapidei das minhas próprias tristezas
Diamantes de gema em cofre de cristal…
Garimpeiro das pérolas e riquezas
Flutuando na corrente em água mineral
Da delicada esmeralda transparente
Raiaram preciosas pedras brilhantes…
Apenas rocha dura mas amante contente
Vou regando meu jardim de diamantes
Cristalizados pelas águas límpidas…
Garimpei desenterrando das entranhas
De lamacentas terras, pedras auríferas
Explorei na preciosidade diamantada
Alagamentos de suores lavrados…
Extraí da mais bela pedra abrilhantada
Cintilantes diamantes desejados
Ergui para os céus uma luzente safira
Num sumptuoso rio, inundado de orgulho…
Melodiosas lágrimas escorriam alegria
No leito de um berço pérola futuro
Outra jóia surgiu no mundo das colinas
O estrondear dos tesouros que colhi…
Inebriante pedra polida em rimas
Aclamei a meus braços um rubi
Lapidei das minhas próprias tristezas
Diamantes de gema em cofre de cristal…
Garimpeiro das pérolas e riquezas
Flutuando na corrente em água mineral
Da delicada esmeralda transparente
Raiaram preciosas pedras brilhantes…
Apenas rocha dura mas amante contente
Vou regando meu jardim de diamantes
.
-Manzas-
segredos

Num velho banco de um jardim antigo
Repousei meu sentimento cansado…
Segredou-me levemente ao ouvido
Silêncios que com ele tinha guardado
O sol surgia e suas tábuas aqueciam
Momentos sólidos de manhãs frias…
Lágrimas de orvalho se despediam
Algemando no chão, gotas feridas
Em si, sentava misteriosos contos
Tardes noites e madrugadas sumidas…
Desabafos bocejados em desencontros
De velhos cansados de suas vidas
Juras de estranhos amores perdidos
Arrancados em fragrâncias de jasmim…
Abraços em ternos beijos esquecidos
Oferecidos pelas flores do jardim
Os pássaros desciam cantando
E a seus pés comiam migalhas dadas…
Das árvores caiam folhas chorando
Por não mais, serem cuidadas
Entre paixões e sonhos acabados
Em adormecidas tristezas escutadas…
Outros se sentavam encantados
De alegres histórias passadas
Escutei atento do velho banco
Confissões reveladas sem medos…
Perdido, debrucei-me no seu encanto
E com ele partilhei meus… segredos
Repousei meu sentimento cansado…
Segredou-me levemente ao ouvido
Silêncios que com ele tinha guardado
O sol surgia e suas tábuas aqueciam
Momentos sólidos de manhãs frias…
Lágrimas de orvalho se despediam
Algemando no chão, gotas feridas
Em si, sentava misteriosos contos
Tardes noites e madrugadas sumidas…
Desabafos bocejados em desencontros
De velhos cansados de suas vidas
Juras de estranhos amores perdidos
Arrancados em fragrâncias de jasmim…
Abraços em ternos beijos esquecidos
Oferecidos pelas flores do jardim
Os pássaros desciam cantando
E a seus pés comiam migalhas dadas…
Das árvores caiam folhas chorando
Por não mais, serem cuidadas
Entre paixões e sonhos acabados
Em adormecidas tristezas escutadas…
Outros se sentavam encantados
De alegres histórias passadas
Escutei atento do velho banco
Confissões reveladas sem medos…
Perdido, debrucei-me no seu encanto
E com ele partilhei meus… segredos
.
-Manzas-
Saudades de quem nunca vi

Lá fora chove o calado momento
Que repassa na alma, ansiedades…
Saltam inquietas chamas de dentro
Do meu peito, alagadas saudades
Com frios dedos por não te tocar
Incendeio a razão que me ilumina…
O trovão estoira silenciando o sonhar
De sentir tua boca colada na minha
A noite suspira num suave vento
E rouba às flores o perfume de ti…
Sobrevoa oceanos banhados de alento
Que chegam como um jardim… até mim
Os rios se unem em abraços
Com luz de sol em raios de beleza …
Sublimes rosas desfolhadas em estilhaços
Resvalam nos muros da destreza
No beiral da janela do meu cogitar
Morro na saudade que criei…
Respiro o ar que me traz o teu olhar
Como um retrato que imaginei
Na angústia apertada do sossego
Tentas fugir, mas não escapas de mim…
Salta de dentro do meu aconchego
Saudades de quem nunca vi
Que repassa na alma, ansiedades…
Saltam inquietas chamas de dentro
Do meu peito, alagadas saudades
Com frios dedos por não te tocar
Incendeio a razão que me ilumina…
O trovão estoira silenciando o sonhar
De sentir tua boca colada na minha
A noite suspira num suave vento
E rouba às flores o perfume de ti…
Sobrevoa oceanos banhados de alento
Que chegam como um jardim… até mim
Os rios se unem em abraços
Com luz de sol em raios de beleza …
Sublimes rosas desfolhadas em estilhaços
Resvalam nos muros da destreza
No beiral da janela do meu cogitar
Morro na saudade que criei…
Respiro o ar que me traz o teu olhar
Como um retrato que imaginei
Na angústia apertada do sossego
Tentas fugir, mas não escapas de mim…
Salta de dentro do meu aconchego
Saudades de quem nunca vi
.
prisioneiro

Coabito num instante fugaz
Acorrentado ao infinito amor…
Desamarro liras que me traz
Incensos ardentes…de odor em dor
Ofuscado nos meus sentidos,
Transpiro o furtar do teu fôlego…
Apunhalado pelos errantes delírios
Escorrego na solidão do desaforo
Os ventos refrescam a boca sofrida
Aprisionando nas grades, o desejo…
Solto um leve grito em voz dorida
O profundo sussurro de um beijo
Fervilha as veias atadas em desalinho
Queimando o sol que ilumina o negrume…
No queixume respiro dormindo
O silêncio deserto do teu perfume
O luar ausenta-se do meu peito,
Cerro dentes no fio frio que me vences…
Articulo a tua ausência sem jeito
E danço no fogo quando me sentes
Abrigo-me prostrado na demência
Enleado nas correntes do devaneio…
Na teia tecida pela dependência
Aqui permanecerei teu prisioneiro
Acorrentado ao infinito amor…
Desamarro liras que me traz
Incensos ardentes…de odor em dor
Ofuscado nos meus sentidos,
Transpiro o furtar do teu fôlego…
Apunhalado pelos errantes delírios
Escorrego na solidão do desaforo
Os ventos refrescam a boca sofrida
Aprisionando nas grades, o desejo…
Solto um leve grito em voz dorida
O profundo sussurro de um beijo
Fervilha as veias atadas em desalinho
Queimando o sol que ilumina o negrume…
No queixume respiro dormindo
O silêncio deserto do teu perfume
O luar ausenta-se do meu peito,
Cerro dentes no fio frio que me vences…
Articulo a tua ausência sem jeito
E danço no fogo quando me sentes
Abrigo-me prostrado na demência
Enleado nas correntes do devaneio…
Na teia tecida pela dependência
Aqui permanecerei teu prisioneiro
.
-Manzas-
carta lacrada

Redigi de ti no pulsar do meu ser
Infinidades, numa carta guardada...
Que o sol não nascerá sem saber
Se tu... estarás acordada
Que as pedras do chão se cobrirão
De frescas rosas, pétalas vermelhas...
Onde teus pés suaves deslizarão
Em mil luxúrias de centelhas
Que o grito dos ventos em fúria
Ecoarão por não te ver sorrir...
O mar se tornará vazio e na lamúria
Gaivotas em terra poderão cair
Infinidades, numa carta guardada...
Que o sol não nascerá sem saber
Se tu... estarás acordada
Que as pedras do chão se cobrirão
De frescas rosas, pétalas vermelhas...
Onde teus pés suaves deslizarão
Em mil luxúrias de centelhas
Que o grito dos ventos em fúria
Ecoarão por não te ver sorrir...
O mar se tornará vazio e na lamúria
Gaivotas em terra poderão cair
Que o universo irá girar ao contrário
Se por um segundo ficares amargurada...
Os rios ficarão desertos no estuário
Da poesia, trazendo a madrugada
Que os nós apertados nos apertos
Do meu dócil coração sem mãos...
Te acariciariam nos balanços dos berços
Em subtileza margeada de beijos sãos
Que sem ti, o gelo derreterá abundante
Nas planícies do meu peito...
No jardim brotará a rosa errante
Murchada na descrença por defeito
Que por ti, treparia o mais íngreme penhasco
De olhos cerrados só para te ver...
Em sumptuosas enfurecidas tempestades
Caminharia num deserto até morrer
Que a ti, te daria toda a minha vida
Sem fôlego ficaria no interior de mim...
Contigo viveria cem anos, menos um dia
Para não ter o desgosto de viver sem ti
Que por desenterrares de mim
Tamanha fortuna guardada...
Reparto a lágrima que cai por fim
Fechando assim... esta carta lacrada
.
Se por um segundo ficares amargurada...
Os rios ficarão desertos no estuário
Da poesia, trazendo a madrugada
Que os nós apertados nos apertos
Do meu dócil coração sem mãos...
Te acariciariam nos balanços dos berços
Em subtileza margeada de beijos sãos
Que sem ti, o gelo derreterá abundante
Nas planícies do meu peito...
No jardim brotará a rosa errante
Murchada na descrença por defeito
Que por ti, treparia o mais íngreme penhasco
De olhos cerrados só para te ver...
Em sumptuosas enfurecidas tempestades
Caminharia num deserto até morrer
Que a ti, te daria toda a minha vida
Sem fôlego ficaria no interior de mim...
Contigo viveria cem anos, menos um dia
Para não ter o desgosto de viver sem ti
Que por desenterrares de mim
Tamanha fortuna guardada...
Reparto a lágrima que cai por fim
Fechando assim... esta carta lacrada
.
-Manzas-
vencerei!

O sol acende a tímida luz do dia
E embarco na viagem que nunca faço…
Abraço manhãs no seio da chuva fria
Desbravo os ventos em trilhos do acaso
Atravesso longos dias em silêncio
Com os lábios secos pela vida…
Rego esperanças largadas no bom senso
Roço contornadas esquinas em ferida
Alagados são os dias a meus olhos
Em que mergulho nas vagas do universo…
Deambulo avenidas cheias, aos molhos
Esbarro no diverso mundo controverso
A dolência cai no meu alto parapeito
E envio missivas de desespero aos céus…
Rasgo horizontes inundados por defeito
Atraco nas margens dos magistrados réus
Bato portas nas forças do meu pensar
E luto nas margens dos penhascos…
Tenso negrume saqueia á lua o luar
Espinhos que esfacelam pensamentos vastos
Se não mudar o que faço hoje, o amanhã será igual
É o lema pelo qual luto e sempre lutarei…
Enfrentarei mesmo só, esta batalha desigual
E com a arma certa, sempre, sempre… vencerei!
E embarco na viagem que nunca faço…
Abraço manhãs no seio da chuva fria
Desbravo os ventos em trilhos do acaso
Atravesso longos dias em silêncio
Com os lábios secos pela vida…
Rego esperanças largadas no bom senso
Roço contornadas esquinas em ferida
Alagados são os dias a meus olhos
Em que mergulho nas vagas do universo…
Deambulo avenidas cheias, aos molhos
Esbarro no diverso mundo controverso
A dolência cai no meu alto parapeito
E envio missivas de desespero aos céus…
Rasgo horizontes inundados por defeito
Atraco nas margens dos magistrados réus
Bato portas nas forças do meu pensar
E luto nas margens dos penhascos…
Tenso negrume saqueia á lua o luar
Espinhos que esfacelam pensamentos vastos
Se não mudar o que faço hoje, o amanhã será igual
É o lema pelo qual luto e sempre lutarei…
Enfrentarei mesmo só, esta batalha desigual
E com a arma certa, sempre, sempre… vencerei!
.
-Manzas-
Poesia! Tu és versos

Poesia! Tu és versos tatuados no papel
Em rabiscos de letras que se agrupam…
És Pena que desliza como um batel
Em correntes de frases que se aludam
És folha seca que cai no Outono
Em chão varrido pelas asas do vento…
És chuva melancólica que em dia morno
Abate-se no coração em jeito de alento
És flor regada pelas gotas do orvalho
Em auroras perfumadas do despertar…
És o queixume do coração em retalho
Lavado no rio que leva segredos ao mar
Poesia! Tu és o rasgar dos horizontes
Que propicia a saudade de quem a lê…
És águas sedentas que jorram das fontes
O colorir das fantasias que não se vê
És o vestir dos trajes de um paraíso
Saciados com suores dos pensamentos…
És o dançar ao som de um sorriso
Num chão de nuvens em desfasamentos
És a essência desfocada do amor
Que aprisiona tempestades de alegria…
És alcançar infinitos mundos com o rigor
De poetizar tudo… porque tudo é poesia
.
-Manzas-
TE AMO.

OLÁ PESSOA LINDA!!!
♥♥♥
DEPOIS DE UMA TEMPESTADE HÁ SEMPRE
UM ARCO-ÍRIS CHEIO DE CORES LINDAS!
POR ISSO TE DIGO QUE, DEPOIS DE
PASSAR UM ESCURO VALE, VERÁS UM
LINDO ARCO-ÍRIS QUE O SENHOR PINTOU
PRA VOCÊ COM CARINHO, CREIA NISSO.
♥♥♥
♥♥♥
TE AMO EM CRISTO.
AQUELE MEGA ABRAÇO.
FICA NA PAZ DO PRÍNCIPE.
♥♥♥

Boa semana
Se toda vez que eu pensasse em
você uma estrela do céu apagasse
talvez nesse céu imenso nenhuma
estrela brilhasse!!!
Beijinhos✿ܓ
Saudade
Saudade.
Pensamos que a saudade
foi feita para machucar,
mas o tempo passa
e percebemos que ela é
a maneira
mais certa de vermos,
o quanto
gostamos de alguém ...
Ótima tarde e uma magnífica semana.dESCONHECIDO.
Lembre-se que Deus lhe deu
Lembre-se que Deus lhe deu o
mais puro dos sentimentos
e o mais nobre de todos os dons ,
tire a nota máxima na escola da vida ,
aos olhos dEle!
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