terça-feira, 27 de novembro de 2012

Eu não espero nada de você...

Foto: “Eu não espero nada de você... Eu espero por você. Se a paciência foi inventada pra isso, é pra isso que ela vai servir então. E quando você vier, num dia de chuva azul ou sol vermelho, ou dentro de uma noite absoluta, eu estarei com as duas mãos no colo, uma expressão serena e cheia de segredos ardentes pra te contar. Mas não quero assustar você, quero que fique totalmente à vontade pra começar tirando as presilhas do meu cabelo, esparramando-os sobre todos os poemas que você não escreveu pra mim... "Ainda".


“Eu não espero nada de você... Eu espero por você. Se a paciência foi inventada pra isso, é pra isso que ela vai servir então. E quando você vier, num dia de chuva azul ou sol vermelho, ou dentro de uma noite absoluta, eu estarei com as dua
s mãos no colo, uma expressão serena e cheia de segredos ardentes pra te contar. Mas não quero assustar você, quero que fique totalmente à vontade pra começar tirando as presilhas do meu cabelo, esparramando-os sobre todos os poemas que você não escreveu pra mim... "Ainda".

Que me importa ...

Foto: "Que importa a nuvem no horizonte, chuva de amanhã? Hoje o sol inunda o meu dia."

Helena Kolody

Que importa a nuvem no horizonte, chuva de amanhã? Hoje o sol inunda o meu dia."

Helena Kolody

Lua nova ...

Foto: “Algo de que eu tinha certeza - sabia disso na boca do estômago, no cerne de meus ossos, sabia disso do alto de minha cabeça à sola dos pés, sabia no fundo de meu peito vazio - era que o amor pode dar às pessoas o poder de despedaçar você.
Eu fora irremediavelmente despedaçada.” 


Lua Nova


“Algo de que eu tinha certeza - sabia disso na boca do estômago, no cerne de meus ossos, sabia disso do alto de minha cabeça à sola dos pés, sabia no fundo de meu peito vazio - era que o amor pode dar às pessoas o poder de despedaçar você.
Eu fora irremediavelmente despedaçada.” 


Lua Nova

Afinal ...

Foto: “Afinal, de quantas maneiras um coração pode ser destroçado e ainda continuar batendo? Nos últimos dias, eu tinha passado por muitas experiências que poderiam ter acabado comigo, mas isso não me deixou mais forte. Ao contrario, eu me sentia horrivelmente frágil, como se uma única palavra pudesse me despedaçar.”


Clarice Lispector

“Afinal, de quantas maneiras um coração pode ser destroçado e ainda continuar batendo? Nos últimos dias, eu tinha passado por muitas experiências que poderiam ter acabado comigo, mas isso não me deixou mais forte. Ao contrario, eu me sentia horrivelmente frágil, como se uma única palavra pudesse me despedaçar.”


Clarice Lispector

O amor é isso que você está vendo

Foto: “(...) sossegue, o amor é isso que você está vendo: hoje beija, amanhã não beija, depois de amanhã é domingo e segunda-feira ninguém sabe o que será...”

Carlos Drummond de Andrade

“(...) sossegue, o amor é isso que você está vendo: hoje beija, amanhã não beija, depois de amanhã é domingo e segunda-feira ninguém sabe o que será...”

Carlos Drummond de Andrade

"Ela morreu de amor."

Foto: "Ele ousou ouvir algumas palavras doces que ela mantinha em silêncio. Ela foi além, experimentou ler o jogo de letras que ele costumava rascunhar entra a superfície de alguns papéis amassados. Ela disfarçou estar louca e tentou enganar a vontade desconsertada. Ele insistiu na insanidade, riu do disfarce e declarou-se a ela. Ela arriscou substituir o juízo pelo absurdo e o acompanhou até o outro lado. Não houve pedidos de espera, nem promissões. Ouvir a farsa de velhas promessas seria tolice. Ela jogou as normas para amanhã. Ele fingiu não ouvir os outros. E, juntos, fugiram durante uma estação do ano. Ele a ensinou respirar as horas sem ter que pensar nas conseqüências. Ela apresentou a ele alguns sentimentos medidos. Os prazos não foram subestimados e as horas desaceleraram. Seus passos se desajustaram. O desejo consumiu algumas palavras e confundiu os sentimentos novatos. Ele apaixonou-se. Ela morreu de amor."



Ana Carolina

"Ele ousou ouvir algumas palavras doces que ela mantinha em silêncio. Ela foi além, experimentou ler o jogo de letras que ele costumava rascunhar entra a superfície de alguns papéis amassados. Ela disfarçou estar louca e tentou enganar a vo
ntade desconsertada. Ele insistiu na insanidade, riu do disfarce e declarou-se a ela. Ela arriscou substituir o juízo pelo absurdo e o acompanhou até o outro lado. Não houve pedidos de espera, nem promissões. Ouvir a farsa de velhas promessas seria tolice. Ela jogou as normas para amanhã. Ele fingiu não ouvir os outros. E, juntos, fugiram durante uma estação do ano. Ele a ensinou respirar as horas sem ter que pensar nas conseqüências. Ela apresentou a ele alguns sentimentos medidos. Os prazos não foram subestimados e as horas desaceleraram. Seus passos se desajustaram. O desejo consumiu algumas palavras e confundiu os sentimentos novatos. Ele apaixonou-se. Ela morreu de amor."

Amor maior ...

Se queres conhecer


Se queres conhecer
a uma pessoa,
Não lhe perguntes
o que pensa
Mas sim o que ela ama.
- Sto. Agostinho -

NAO CONSEQUIMOS

PENSE