sábado, 16 de novembro de 2013

Milagre


Milagre é quando tudo conspira contra, mas Deus vem de mansinho e com um sopro leve muda o rumo dos ventos. Milagre é quando o incerto nos abraça depois de nos atingir cruelmente com sua fúria. É quando respirar vira quase um suspiro de alivio e a vida devolve o sorriso como forma de retribuição por todo sofrimento. É o instante teimoso que resiste bravamente a um duro percurso e mantém-se em pé amparado pela força divina. É a decisão que escapa de nossas mãos, mas que antes de cair agarra-se com toda força a uma segunda chance. Milagre é o improvável gesto de carinho que impulsiona o ser humano a não deixar de acreditar.

[Fernanda Gaona]

De qualquer forma, não esqueça das seguintes verdades

De qualquer forma, não esqueça das seguintes verdades: não faça nada que não te deixe em paz consigo mesma; cuidado com o que anda desabafando; conte até três (tá certo, se precisar, conte mais); antes só do que muito e mal acompanhada; esperar não significa inércia, muito menos desinteresse; renunciar não quer dizer que não ame; abrir mão não quer dizer que não queira. O tempo ensina, mas não cura! Agora vai filha, porque o sentido da vida é pra frente!


[Martha Medeiros]

A mãe da gente


A mãe da gente é aquela que nos controla e assim nos salva e nos atormenta; e nos agüenta mesmo quando estamos mal-humorados, exigentes e chatos, mas também algumas vezes perde a calma e grita, ou chora. Mãe da gente é aquela que nos oprime e nos alivia por estar ali; que nos cuida, às vezes demais, e se não cuida a gente faz bobagem; (...) é aquela que só dorme quando sabe que a gente está em casa e chegou bem; 

(...) A mãe da gente é o mais inevitável, inefugível, imprescindível, amável, às vezes exasperante e carente ser que, seja qual for a nossa idade, cultura, país, etnia, classe social ou cultura, nos fará a mais dramática e pungente falta quando um dia nos dermos conta de que já não temos ninguém a quem chamar de ‘mãe’. 

(Lya Luft)

AMAR


(AMAR)
É coisa de morrer e de matar
mas tem som de sorriso.

[Hilda Hist]

Onde eu me vejo em dez anos?



Onde eu me vejo em dez anos? Essa é uma boa pergunta. Certo. Sabe o que eu gostaria realmente? Gostaria de ser tão feliz quanto sou agora. Mas sei que não há muita chance disso acontecer. No fim da vida quando olhamos para trás, só há duas ou três épocas em que fomos realmente felizes e nem mesmo percebemos. Ninguém percebe, não é mesmo? Então onde eu me vejo em dez anos? Acho que gostaria...Gostaria de estar aqui. Aqui mesmo. Neste momento. Não é que eu tenha medo de incertezas, não é isso. Mas é que aprendi que quando temos algo bom, devemos tentar segurar esse momento. Segurar bem firme e se alguém tenta tirar isso de você, o que você deve fazer é mostrar que vão precisar arrancar isso dos seus dedos frios e mortos.

[Seriado- The O.C]

Renúncias e loucuras


Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho… Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento… e não brinque com ele. E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo.

[Mário Quintana]

Eu me conheço bem




Eu me conheço bem, mas sei que posso me surpreender comigo mesmo, a qualquer minuto.

[Martha Medeiros]

Fidelidade



Fidelidade é conviver com quem merece nossa exclusividade.




[Fabricio Carpinejar]

Sempre Desafiados

Sempre Desafiados
A vida só tem ritmo e movimento se formos constantemente desafiados,  se não nos conformarmos com as vitórias e as conquistas alcançadas. Só se uma conquista ou vitória for ponte para outros degraus, e não apenas porto de chegada. Porque a vida é uma escalada e somos todos alpinistas. O topo da montanha está mais além, sempre mais um pouco além. Fincamos os pés no solo, lançamos as cordas com as presilhas, buscamos a pedra certa para apoio, usamos a força dos braços, mas os olhos não se desviam do alvo e se mantêm fixos mais acima, carregando os pés e os braços para cima, mais acima, mais adiante, sempre desafiados a romper limites e fronteiras. (Reflexão pastoral – Pr. Carlos Novaes)